José Maria Ribeiro, conhecido por Zeco


Acima do futebol está a lenda. Uma estranha ma-
gia se impõe ao esporte e o jogo se transforma em saga, desperta paixões e cria mitos, heróis e glórias. Tem ainda os habilidosos atletas que viveram à sombra dos titulares fabulosos. Eu mesmo fui um desses! No Comercial, fui o eterno reserva de Airton e Bonadia. Não via isso como algo negativo. Pelo contrário, tinha muito orgulho!
Mesmo porque ser sombra desses craques era como ganhar uma posição. Significava que eu era exemplo de jogador que poderia se tornar titular. Por isso, também fui notável e fisicamente forte, pois correspondi sempre que chamado.
Todo atleta chamado para integrar uma equipe, ainda que seja na reserva, certamente, tem suas próprias virtudes e qualidades. Assim defino todos aqueles que, um dia, tiveram o privilégio em ser sombra de determinado craque. Vivemos a plenitude, a confiança, a certeza e o otimismo.
Então, em homenagem a todos os reservas, hoje, presto homenagem ao atleta José Maria Ribeiro (Zeco), filho de seu Lilo e dona Lígia. Brilhou em campo defendendo as cores do AMA, América e Olaria.
Zeco nem sempre foi goleiro. Inicialmente, jogava em outra posição e era considerado curinga. Depois de problemas na visão, Zeco optou em permanecer no esporte, mas, a partir de então, como goleiro atuando muito bem.
Hoje, casado com Judite Cancian, dedica seu tempo à esposa, aos filhos Gustavo e Júlia, a sua marcenaria e aos amigos do Olaria, onde é ponto de encontro de inúmeros esportistas de Tietê nos fins de semana.
Parabéns, Zeco, pelo exemplo de atleta que sempre soube aproveitar os incentivos, tornando-os poderosos estímulos em sua vida esportiva!
PIADINHA DA SEMANA – Joãozinho chegou atrasado à escola e a professora perguntou:
– “O que aconteceu, Joãozinho?”
– “Fui atacado por um jacaré, professora!”
– “Oh, meu Deus! E você se machucou?”
– “Machucar, não, professora! Mas o trabalho de Matemática o jacaré comeu todinho!”