Odival Ruy, popular Gatão


Odival Aparecido Ruy, de apelido Gatão, nasceu em 1º de janeiro de 1956, em Tietê, da união de Osmar Ruy e Anna Sacconi Ruy.
Desde pequeno, o tieteense esportista já corria atrás da bola no chamado campinho dos padres, local onde hoje se encontra o bairro Nova Tietê. Aliás, o campo tinha mais terra que grama e a criançada da época chamava-o de “Buracaembu”.
Como vivia de calção, descalço e sem camisa, Gatão, sendo loirinho, ficava com a pele toda queimada do sol – o que evidenciava os seus olhos claros. Assim, os amigos mais velhos começaram a chamá-lo de “olho de gato” que, mais tarde, se tornou “Gatão”.
Naquele tempo, a criançada tinha acesso ao campo pelos fundos do Seminário Santa Teresinha, onde, anteriormente, havia um belíssimo lago, que, aliás, deveria ser refeito. Ali, Gatão e os amigos iam jogar futebol, além também do campo antigo do América Futebol Clube. Gatão chegou, inclusive, a ir caminhando até o bairro São Roque para poder brincar no campo do Mingão.
Gatão contou que o primeiro campeonato que disputou foi o Dente de Leite no campo do América, sendo eu, Édie Honório, o árbitro. Lá, acabou se tornando campeão pelo Curuçá.
Daí em diante, foram muitos os jogos pelo São João, Ribeirão Fundo, Cupim Clube e, principalmente, pelo AMA e Regatas.
Através da coluna “Onde Anda Você?”, o homenageado agradece a Deus por ter lhe proporcionado o prazer de jogar futebol e, através dele, ter conquistado tantos e tão bons amigos.
Está casado com Celina de Fátima Bergamim Ruy, com quem tem dois filhos: Bruna e Matheus.
Uma observação curiosa: até hoje, só duas mulheres que conheci tiveram a sorte de se casar com um gatão. Celina com o Gatão, do AMA, e a mulher de Gatão, do XV de Piracicaba.
PIADINHA DA SEMANA – A mulher chega para o marido e fala:
– “Amor, temos que avisar ao nosso filho para não se casar com aquela bruxa que ele namora!”
O marido responde:
– “Eu não vou dizer nada, porque quando foi a minha vez de casar, ninguém me avisou”.