Perfil entrevista Bruna Natel Perez


Bruna Carolina Natel Perez nasceu em Tietê, em 4 de outubro de 1984. É filha de Célio Alves Natel e Vera Lúcia de Faria Natel. Graduada em Letras e Respectivas Literaturas pela Facecap e pós-graduada em Análise do Discurso pela Unicamp, atua como professora de Gramática e Redação (Fundamental II e Ensino Médio) nos Colégios Gradual de Tietê e Cerquilho. Está casada com Neto Perez e é mãe de Pedro Natel Perez.
Eu sou? Libriana e, como toda libriana, busco o equilíbrio das situações. Tenho sempre as melhores intenções em tudo que faço, porém, às vezes, minha impulsividade é interpretada erroneamente, já que nem todos respeitam as opiniões contrárias. É difícil agradar a todas as pessoas e, na verdade, não podemos ter essa obrigação. Sou teimosa e a ansiedade me persegue, mas tento controlá-la diariamente. Sou persistente ao extremo e muito perseverante. Vivo tanto nas nuvens quanto na Terra. Adoro contemplar tudo intensamente e captar a poesia de cada momento. Escolho sempre ser feliz e fazer as pessoas felizes.
Sinônimo de beleza? Aquela que vem de dentro e transparece por fora. Sem dúvida, o amor próprio!
Cantor e cantora? Nando Reis e Ana Carolina.
Ator e atriz? Morgan Freeman, Robert Downey Jr. e Julia Roberts.
Sonho? Chegar à velhice saudável e lúcida, e poder olhar para trás e ver que toda caminhada valeu a pena.
Amor? É o que nos liberta dos “pesos” da vida. O amor é o sentimento que guia todos os outros e, no dia que houver mais amor, mais reciprocidade, mais empatia, a humanidade descobrirá a verdadeira razão de viver e ser feliz.
Solidão? Necessária se bem aproveitada, pois, com ela, acalmamos a mente e desaceleramos o passo para refletirmos e ficarmos em nossa própria companhia.
Deus? Meu refúgio e minha fortaleza.
Religião? É o que alimenta a fé e a esperança.
Filme? A Cabana.
Sonho de consumo? Ir a Portugal.
Defeito? Ansiedade.
Qualidade? Sinceridade.
Lugar? Praia. Eu amo o mar!
Lazer? Estar com pessoas queridas, comemorar a vida, ler livros (dos clássicos aos religiosos), viajar e curtir a casa com a família.
Qual o livro de cabeceira? Bíblia.
Qual profissão teria escolhido sem ser a sua? Muito difícil não me ver professora, pois essa profissão me escolheu desde criança. Mas, talvez, seria cabeleireira e maquiadora. Na juventude, até tive um salão na casa da minha mãe. Eu adorava!
Momento da vida para repetir? O nascimento do meu filho. Uma emoção indescritível!
Alegria? Prolonga a vida e contagia a todos ao redor.
Tristeza? A morte de entes e amigos queridos.
Decepção? É aquilo que vem de quem nunca esperamos.
Receita contra o tédio? Ler um bom livro.
Tem saudades do quê? Por ter sido bem aproveitada, com toda inocência e de um jeito moleca de ser, tenho saudades da minha infância.
Amizade é? É laço atado para a vida. É zelo, carinho e reciprocidade. É porto-seguro quando necessitamos, é tolerância com as divergências, compreendendo que o que move uma amizade é o respeito às opiniões e ideias diferentes das nossas. É a certeza de que você pode confiar em alguém. Amizade é um presente precioso que a vida nos dá.
Amigo(a) especial: são muitos que a vida me presenteou. São amigos da infância que o tempo não apagou e tantos outros que, de alguma forma, marcam minha existência.
Palavra que riscaria do vocabulário? Falsidade.
Ídolo? Carlos Drummond de Andrade e Cora Coralina.
Frase: “Se nossos olhos não são capazes de ultrapassar as aparências, jamais conheceremos o coração do outro” – Padre Fábio de Melo.
Nota 10 para: os filhos que valorizam seus pais.
Nota zero para: a intolerância, o egoísmo e o preconceito.
Grande homem e grande mulher? Meus pais e minha avó Hercília.
Planos para o futuro? Viver intensamente o hoje.
Recado? O esperado nos mantém fortes, firmes e em pé. O inesperado nos torna frágeis, porém nos edifica, propondo-nos recomeços e muito amadurecimento.