Perfil entrevista Samanta Holtz


Samanta Holtz de Camargo Civitella nasceu em 23 de abril de 1987, Dia Mundial do Livro, em Porto Feliz. É filha de Celso e Vanilce.
Com formação em Publicidade e Propaganda, é escritora, onde quer que haja inspiração, e também ajuda na empresa da família, a Celsil, em Porto Feliz. Está casada com Pablo Civitella.
Eu sou? Instrumento do mundo nas mãos de Deus.
Sinônimo de beleza? Pureza.
Cantor e cantora? Michael Bublé e Ana Carolina.
Ator e atriz? Rodrigo Santoro e Emma Watson.
Sonho? Ver meus livros transformados em filme nas telonas do mundo inteiro!
Amor? Sublime.
Solidão? Oportunidade para ouvir a si mesmo.
Deus? O grande escritor da nossa história.
Religião? Meu elo de fé.
Filme? A Bela e a Fera (sim, sou romântica assumida!).
Sonho de consumo? Um chalezinho de férias no sul do País!
Defeito? Teimosia.
Qualidade? Determinação.
Lugar? Montanhas.
Lazer? Ler.
Qual o livro de cabeceira? Todos da Sophie Kinsella e Dan Brown.
Qual profissão teria escolhido sem ser a sua? Musicoterapeuta.
Momento da vida para repetir? Meu casamento!
Alegria? Minha família.
Tristeza? Ando tão feliz que não consigo pensar em nada para responder aqui!
Decepção? Nossos governantes.
Receita contra o tédio? Tirar aquele velho sonho da gaveta e ir atrás dele.
Tem saudades do quê? Das viagens em família com todos os tios e primos, na infância.
Amizade é? Aconchego da alma.
Amigo(a) especial? Do nosso trio inseparável: Roberta e Teago!
Palavra que riscaria do vocabulário? Maldade.
Ídolo? Yanni.
Frase? “Mas não escolhemos o rumo que a vida irá tomar. Só o que podemos fazer é entender, aceitar e mudar o ritmo da dança quando o destino muda a música” (do livro “Renascer de um Outono”).
Nota 10 para: aqueles que doam seu tempo voluntariamente em prol do próximo.
Nota zero para: a corrupção no Brasil.
Grande homem ou grande mulher? Jesus Cristo.
Planos para o futuro? Construir uma linda família com meu amado marido e lançar muito mais livros!
Recado? Faça o bem sem olhar a quem. O mundo anda tão frio e egoísta. Mas a escolha é sempre nossa de embarcar nessa corrente ou começar uma nova. “Seja a mudança que você quer ver no mundo” (Mahatma Gandhi).