Planejamento é a palavra!


Chegou dezembro! Chegou o fim do ano! Chegou o período das compras de presentes e objetos de decoração para as festas. As vitrines das lojas já começaram a dar o clima típico de Natal. As expectativas no aumento das vendas para 2017 são consideráveis, o que não deixa de ser uma notícia positiva para o comércio em geral.
Para começar 2018 bem e sem dívidas, o consumidor deve ter cuidado, pois é neste período que há necessidade de saber empregar corretamente o 13º salário, de deixar de utilizar esse extra de forma incorreta e trazer problemas no decorrer do ano seguinte.
A saída mais coerente na hora de empregar o 13º salário é equilibrar e constituir os futuros gastos, onde este pode ser feito através de bom planejamento, que possa servir também de reserva, ajudando no aumento da poupança e outras aplicações, por exemplo.
O bom senso recomenda fazer as compras de Natal de forma consciente, equilibrada, sem exageros, com presentes úteis e inteligentes que, necessariamente, não precisam ser caros. No caso das dívidas referentes aos cartões de créditos, bancos ou lojas, o ideal é priorizá-las, devido às altas taxas de juros.
Você pode se perguntar: e os presentes para a família, o que faço? Ninguém está pregando um modelo anticompras, apenas a orientação que o importante é não se esquecer de que, após o Natal e Réveillon, chegam as despesas de janeiro, como Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), material escolar, transporte e outros gastos, os quais absorvem parte do orçamento familiar já nos primeiros meses do ano e acabam ocasionando maior número de dívidas.
Nesses casos, é aconselhável ter em mente que, apesar do 13º salário ser um dinheiro que chega em boa hora, temos outras despesas essenciais. Para saber como melhor aplicar esse recurso financeiro, verifique qual a dívida com o maior tempo de atraso e a maior taxa de juros que possui; se possível, reserve para a poupança ou outros investimentos que possa ter; reserve ainda dinheiro para os gastos com as obrigações que sempre aparecem em janeiro. Além disso, pesquise com antecedência um financiamento que o assegure pagar sem precisar utilizar o próximo 13º salário.
Não transforme seu 13º salário em uma 14ª dívida que o colocará em situações desagradáveis. Lembre-se: planejar, pesquisar, pechinchar e pagar à vista sempre foram e sempre serão as melhores formas de compras. Elas são pilares de uma boa entrada no novo ano de 2018.