Ronaldinho cobra melhorias no Parque Ecológico


O 1º secretário da Câmara de Tietê e vereador Ronaldinho locutor (Pros), na sessão ordinária da terça, 11 de dezembro, trouxe denúncia sobre as condições do Parque Ecológico “Cornélio Pires” e pediu à Prefeitura que realize a manutenção e limpeza do espaço de grande importância histórico-cultural, uma vez que abriga o Museu “Cornélio Pires”.
Diante disso, em requerimento, solicitou prazo necessário para as reformas das passarelas, assim como para a limpeza dos lagos. Também sugeriu a manutenção do caminhão que se encontra abandonado no parque, além da substituição da placa indicativa da entrada do parque.
A Prefeitura tem prazo de 15 dias para responder aos questionamentos.
Na mesma sessão, Ronaldinho também pediu que sejam instaladas lombadas na vicinal do bairro Shangri-lá, via que dá acesso ao Parque Ecológico, e seja realizada manutenção por conta das valetas abertas pelas águas da chuva. Esclareceu que, segundo moradores, veículos têm transitado pela via em alta velocidade.
CIDADÃO-REPÓRTER- Diante da reclamação de populares sobre as condições atuais do Parque Ecológico “Cornélio Pires”, o Nossa Folha procurou a Prefeitura de Tietê para os devidos esclarecimentos.
Sobre as condições da estrutura do local serem consideradas de abandono, a Prefeitura relatou que a secretaria responsável pelo local é a Turismo e Cultura e que esta não esqueceu nem abandonou o local. Disse, ainda, que liberou um vigia para o parque e retirou o portão instalado na antiga gestão. Também informou que os quiosques têm água encanada e voltaram a funcionar, além disso, houve roçada e retirada de parte das algas dos lagos.
Sobre a reforma das passarelas, a Prefeitura prometeu que ela ocorrerá no início de 2019, assim como da lanchonete, e que tem, em estudo, projeto para dinamizar o turismo local.
Quanto ao questionamento que dezembro, mês de férias escolares e de passeios das famílias, o Parque Ecológico, utilizado por quem não tem recursos para buscar opções de lazer pagas, encontra-se sem condições de uso, a Prefeitura esclareceu que, por ainda estar com as finanças economicamente fragilizadas, a revitalização do espaço ocorreu de maneira lenta nestes últimos dois anos, mas confirmou que pretende promover ações no primeiro semestre de 2019.
A Prefeitura frisou, também, que o referido parque foi encontrado com as passarelas inutilizáveis, quiosques depredados e sem água, os lagos tomados por algas, assim como o viveiro destruído e mato em todos os espaços.