Antonio Angelo Pires Tavares


O tieteense Antonio Angelo Pires Tavares, filho de Angelo de Almeida Tavares e Candida Pires de Campos Tavares, nasceu em 7 de maio de 1938, na Vila São Geraldo.
O palmeirense e irmão de Benedito Carlos Pires Tavares (Nenê) (in memoriam) e José Elias Pires Tavares estudou até o 5º ano na escola “Luiz Antunes”.
Por meio da sua avó materna, dona Estelita Pires de Campos, casada com Elias de Campos, ainda bem jovem, Tavares teve a primeira oportunidade de emprego na Gráfica Pires, de propriedade de Antonio José Pires (Toninho), sobrinho de dona Estelita. Ali permaneceu por 12 anos.
Foi proprietário do Serviço de Alto-falante A Voz de Tietê, sucesso absoluto na praça dr. Elias Garcia na década de 1960. Neste período, à noite, Tavares e João Carlos Luciano tocavam canções, a pedido dos frequentadores. Estes, por sua vez, ofereciam músicas para seus pares. O Serviço de Alto-falante A Voz de Tietê também chegou a transmitir a sessão ordinária da Câmara Municipal e o programa Cidade contra Cidade, marco de audiência na época em que televisão ainda era em branco e preto. Aliás, esse programa sob o comando de Silvio Santos, em 1969, na TV Tupi, perdeu por apenas um ponto na medição da audiência para a chegada do homem à Lua, tamanho era seu sucesso.
Na década de 1970, trabalhou no Sistema Gráfico e Publicitário (Sigrapel) ao lado do cônego Lucio Floro Graziosi (então pároco da Santíssima Trindade) e, depois, com o empresário Angelo Pasquotto. Nesta mesma época, inaugurou A Musical, loja que alcançou sucesso de vendas de vinil, também conhecidos como Long Play (LP), até chegar o declínio da indústria fonográfica.
Casou-se com Jeny Volpato Tavares em 16 de setembro de 1961 e com ela teve três filhos: Sérgio (contador casado com Vânia), Sidnei (diretor-financeiro casado com Roberta) e Simone (ex-bancária casada com Evandro). Tem seis netos: Murilo, Rafael, Fernando, Giovana, Lucas e Vinicius. Neste mês de maio, vai se tornar bisavó com a chegada de João Henrique, filho de Murilo e Fabiana.
No esporte das décadas de 1950 e 1960, Tavares foi goleiro e atuou no Juvenil do América Futebol Clube, do Sorocabana e do Comercial. Desse período, nutre eterna gratidão junto ao Vermelhinho da Barra Funda e aos treinadores Joãozinho Piovezani e Francisco Pietrobon (Chico Panca ou Chico Sapateiro).
Tavares lembra que, na sua época, o estádio “Guerino de Leziér Vidotto”, do Vermelhinho da Barra Funda, ainda era um simples campo e, muitas vezes antes do treino, os ajustes na cerca eram feitas pelos próprios atletas. Estes foram velhos tempos, belos dias!
PIADINHA DA SEMANA –
O marido pergunta para mulher:
– “Querida, quando eu morrer você vai chorar muito?”
Ela responde:
– “Claro, meu amor! Você sabe que eu choro por qualquer coisa!”