Geovana afirma ter aprendido ser competitiva


Geovana afirma ter aprendido ser competitiva

Geovana é filha de Eliane e Everaldo e tem um irmão chamado Vinícius

Geovana Camile Mendes de Oliveira Vilela é a trigésima segunda entrevistada do jornal Nossa Folha na série especial dedicada aos atletas do handebol, comandados pelos treinadores Fábio Vidotto Beloto e Gustavo Prado.
Nascida em Tietê, em 28 de abril de 2002, Ge, como é chamada em quadra pelas companheiras, é filha de Eliane Mendes e Everaldo Vilela e irmã de Vinícius. Já concluiu o Ensino Médio e, no handebol, é pivô da categoria Adulto, mas pela equipe é considerada uma jogadora coringa, que tem capacidade técnica para atuar em várias posições.
Entre os títulos conquistados estão:
2018 – Vice-campeã dos Jogos Regionais.
2019 – Campeã dos Jogos da Juventude da Fase Regional, vice-campeã dos Jogos Regionais 2019 e terceiro lugar dos Jogos Abertos.

NOSSA FOLHA – Enquanto atleta, como você se define?
GEOVANA – Eu me defino como uma pessoa que exige muito de si mesma. Às vezes, sou um pouco “cabeça quente” em determinadas situações, mas, por outro lado, gosto bastante de trabalhar em equipe.

NOSSA FOLHA – Como foi seu início na equipe? Teve alguma influência?
GEOVANA – Sim, tive influência. Comecei no handebol por meio de um programa escolar, na Emeb “ Milton Soares de Camargo”. Desde então, fiz testes e me apaixonei por esse esporte.

NOSSA FOLHA – O que você mais ama e mais odeia quando está nas quadras?
GEOVANA – O que eu mais amo é bater os meus sete metros, que parece o meu momento.
O que eu mais odeio são as “fominhas” em quadra, mas é normal, todo time tem.

NOSSA FOLHA – Quais são os maiores desafios pessoais neste esporte?
GEOVANA – Físico e psicológico, por que, para aprender algo e evoluir, é preciso muita resistência, além de uma mentalidade bem forte para não desanimar nem desistir dos sonhos.

NOSSA FOLHA – Qual é a importância dos treinadores?
GEOVANA – Fábio é o mais carrasco! Por outro lado, me ajudou muito a me tornar a atleta que eu sou. Não dá muitas chances, mas sempre me coloca confiante diante daquilo que eu preciso fazer. O Gustavo é o amigão, mas tem seu lado rígido com táticas, alimentação e físico. Ele também já me ajudou muito, mentalmente, em jogos que eu pensava que não seria capaz.

NOSSA FOLHA – Qual oportunidade o handebol lhe proporcionou?
GEOVANA – A oportunidade de saber ser competitiva ou também de se respeitar dentro e fora de casa. Ensinou a ter uma nova família, que é o meu time.

NOSSA FOLHA – Quais expectativas você tem em relação às competições em um cenário pós-pandemia?
GEOVANA – Vamos ter que voltar com tudo e imagino que, assim como eu, todas as atletas estão na expectativa pela volta das competições.