José Alberto Scudeler


A Associação Mocidade Atlética (AMA) surgiu através da Arquiconfraria Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, pela seção Moços. Na época, baseando-se nos problemas que dificultavam a continuidade da arquiconfraria, um grupo de jovens, com apoio do padre Gabriel Flores, indicou uma mudança do nome para Associação Mocidade Atlética. Assim, em 23 de setembro de 1965, nascia o AMA, que viria a ser a força jovem no cenário esportivo de Tietê. Em 19 de dezembro do mesmo ano, foi elei-
ta sua primeira Diretoria presidida por João Scudeler, Emidio Cláudio, Luiz Tomazela e Nelson Vicentim.
Na década de 1970, o AMA lançou “O Serclube”, um jornal que representava a juventude tieteense. Eram seus redatores José Antonio Carniel e Carlos Alberto Salandim. Ainda na mesma década, teve “O Percevejo”, outro informativo interno do AMA.
Um dos fatos marcantes do clube ocorreu em 16 de maio de 1976, no jogo entre AMA 4 e 2 Jumirim, no estádio “José Ferreira Alves” (Comercial), em Tietê, quando o atleta Piçarra ganhou um rádio de marca Wansat, oferta da loja Cybelar, ao ser escolhido como o melhor jogador em campo.
Entre os títulos inesquecíveis do AMA, estão: campeão do 1º Campeonato Municipal “Acácio Ferraz” na categoria Infanto-juvenil, campeão Juvenil “Acácio Ferraz”, campeão do Torneio Início do Torneio Preparação, campeão do Torneio Intermunicipal “Roberto Batata”, campeão do Torneio Início do 2º Torneio Preparação, campeão da Taça Cidade de Cerquilho, campeão da Copa Tietê (1ª Copa em disputa), campeão Juvenil da Copa América Taça “Cadique”, campeão do Amador de Tietê, campeão de Futebol de Salão de Tietê, campeão da Copa “Papa João Paulo II”, além de campeão do Certame Amador Intermunicipal, do Amador Regional “Otávio Dal Coleto”, do 17º Torneio de Futsal e da Copa Tietê.
Nos primeiros anos de atividade, o AMA não tinha sede própria, o que dificultava a realização das suas atividades. Em 1978, na administração do então prefeito Paulo Souza Alves Filho, o clube recebeu um terreno na Vila São Geraldo. Passado um tempo, no governo do então prefeito José Carlos Melaré, através de permuta entre Prefeitura e AMA, o clube passou a ter uma nova sede (onde é hoje).
Nos anos seguintes, com esforço da Diretoria e associados, construiu-se um galpão coberto e um campo de futebol society. Ali, festas, como o tradicional Fogo no Chão, tornaram-se famosas. Anualmente, as comemorações que marcam o aniversário do clube têm torneios de futebol entre os veteranos e presença dos maiores craques que vestiram a camisa do AMA.
Em 2002, o clube oficializou o campo de futebol com o nome do amista Carlos Roberto Mariano (Roquinho). Ali teve, ainda, homenagens para Jacomin, Olívio Vidoto e Edson Lizier.
Hoje denominada Associação Motociclística e Atlética de Tietê, o clube tem como presidente, desde 21 desde fevereiro deste ano, Carlos Alberto Martim, além do vice-presidente José Alberto Scudeler, do diretor de patrimônio Dorival Davi Lucheta, do diretor financeiro Everaldo Lucheta, do diretor social Antônio José Aronchi, do secretário José Wilson dos Santos (Pelezinho) e do segundo secretário Milton Forlevize.
Já o Conselho Deliberativo está formado pelo presidente Odivanir Rodrigues (Diva), pelo vice-presidente Claudemir Forlevize (Crau), pelo secretário Oswaldo Vieira da Cruz Jr. e pelos membros Terezinha Foltran, Domingos Luvizotto (Mingas), Basílio Saconi Neto, Afonso Maria Hernandes (Bode), Ari Antônio Cestarioli e José Geraldo Zamuner.
O Conselho Fiscal tem como membros Élsio Bufo, Santo Cesário da Silva e Roberto Modanezi.
José Alberto Scudeler, por exemplo, está na galeria dos presidentes mais atuantes. De extraordinário profissionalismo, marcou época e formou uma trajetória de muitas conquistas junto aos jogadores e à torcida que, no passado, tinha até torcida feminina. É um líder que representa bem o AMA daquela época de confrontos desafiadores e muitos momentos gloriosos com épicas batalhas.
Sua missão de manter o bom desempenho esportivo na época de rivais, como a Associação Esportiva São José e a Usina Santa Maria (Pilon), de Cerquilho, garantiu-lhe conquistas gloriosas, tanto que seus sucessores e os esportis-
tas, como eu, nos bastidores,
não nos cansamos de reverenciá-lo pelos anos de glória, os quais deixaram muitas saudades.
PIADINHA DA SEMANA – Um casal de Tietê brigou e foi parar na Delegacia de Polícia.
No Plantão, o delegado perguntou:
– “Quem são vocês?”
– “Eu sou Eva!”
– “Eu sou Adão!”
– “Onde moram?”, perguntou o delegado.
– “No Paraíso!”, responderam.
– “Policiais, prendam os dois!”, ordenou o delegado.