Perfil entrevista Fernanda Bufo


Fernanda Maria Brandolise Bufo nasceu em 4 de maio de 1973, em Tietê, da união de Lucia e Valdemar. Com licenciatura plena em Dança, é proprietária e professora na escola de danças Nos Passos & Compassos, além de sócia-proprietária e terapeuta do Espaço de Cura Luz em Movimento, em Tietê. Está casada com Edgard (Dum) e é mãe de Elisa.
Eu sou? Sou diva! Prefiro ter paz a ter razão. Ser o que der. Estar que postar.
Sinônimo de beleza? Uma alma gentil.
Cantor e cantora? Roger Waters e Pitty.
Ator e atriz? Wagner Moura e Fernanda Montenegro.
Sonho? Quero um mundo mais justo para todos.
Amor? Não tem fronteiras, não tem escolha. A gente ama porque ama. Todo amor vale a pena e deve ser respeitado.
Solidão? É um estado de espírito. Você pode estar cercado de pessoas e, mesmo assim, sentir-se solitário.
Deus? É uma energia criadora.
Religião? Respeito todas. Sigo a religião Celta, onde as forças da natureza nos guiam.
Filme? Pink Floyd The Wall.
Sonho de consumo? Um celular blindado que me aguente e um óculos que não risque!
Defeito? Tenho muitos, mas tento aprender com eles.
Qualidade? Tenho muitas, porém, tento não me envaidecer com elas.
Lugar? Fim de tarde na praia da Almada, em Ubatuba.
Lazer? Estar em conexão com a natureza.
Qual o livro de cabeceira? Mulheres Que Correm Com Os Lobos por Clarissa Pinkola Estés.
Qual profissão teria escolhido sem ser a sua? Nunca pensei em trabalhar com algo que não fosse a arte, mas tenho me encantado cada vez mais com o caminho das terapias alternativas e hoje, felizmente, posso unir as duas coisas.
Momento da vida para repetir? Nenhum. O que passou passou. Que venha o novo!
Alegria? Ser grata e ter sempre esperança.
Tristeza? Momento de encarar as nossas sombras e aprender com elas.
Decepção? Só tem decepção quem cria expectativas. Procuro não criá-las.
Receita contra o tédio? Dançar!
Tem saudades do quê? Da minha mãe e da minha avó.
Amizade é? Saber ouvir e falar quando precisa. A franqueza é necessária mesmo que doída.
Amigo(a) especial? Tenho vários! Não dá para citar um nome só.
Palavra que riscaria do vocabulário? Intolerância.
Ídolo? Simone de Beauvoir, escritora, intelectual, filósofa existencialista, ativista política, feminista e teórica social francesa.
Frase? Que a força, assim como o amor, seja inerente à alma.
Nota 10 para: as mulheres fortes que se respeitam e não enxergam as outras como rivais.
Nota zero para: o machismo, a homofobia e/ou qualquer outro tipo de preconceito.
Grande homem ou grande mulher? Madre Teresa de Calcutá.
Planos para o futuro? Morar mais próxima à natureza.
Recado? Cuide da sua essência, pois o que os olhos veem é passageiro. Ame-se, se respeite, seja diva!